quarta-feira, 23 de dezembro de 2009


O ano foi bom.
Eu sei que não existe nada mais cliché que dizer que este ano, que está no final, foi de crescimento e aprendizagem, porque todos os anos o são. Viver já de si é uma eterna aprendizagem e o crescimento é algo inerente à condição humana, pelo menos para aqueles que lutam por se tornarem melhores pessoas. E este ano não foi diferente… eu cresci e aprendi. Mas, no entanto, 2009 não foi de todo um ano cliché para mim... Houveram muitas descobertas e grandes mudanças (algumas jamais pensadas), mas o bom da vida é isso mesmo, as surpresas que nos guarda. E nestes últimos meses do ano…. Ah, meu Deus, como ela se superou!
Portanto para 2010 eu não vou pedir nada, apenas que a vida continue no rumo em que está, que já está de bom tamanho.

Na semana passada, em conversa com uma amiga, ela disse-me o quanto eu tenho sido abençoada e que muitas das vezes reclamo de barriga cheia de problemas que nem deveriam ser chamados como tal. Fiquei a pensar sobre isso e, realmente, tive que admitir: eu não tenho do que reclamar!



Tenham todos um Feliz Natal e um bom ano de 2010!

domingo, 20 de dezembro de 2009

Brittany Murphy - linda e talentosa.


Não era minha amiga, conhecida, nem tão pouco familiar, mas não quis acreditar quando chego a casa e a primeira coisa que leio é que a Brittany Murphy morreu.

A miuda que me fazia ir da gargalhada ao choro copioso num ápice, porque era impossivel ficar indiferente àquele ar de menina em corpo de mulher. É impossivel ficar indiferente à imagem da mulher que passou a lua de mel ás turras com o marido. Da assistente de produção frustada pelo facto do namorado não querer falar das suas ex-namoradas. Da editora-assistente armada em cupido e perita em relacionamentos desastrosos dos casais que forma. Da paciente do Dr. Nathan Conrad que guarda a sete chaves um código de seis digitos capaz de salvar a filha deste...

O coração dela falhou... ainda não passei para a fase da tristeza com tanto choque.

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Deve ser uma espécie de ritual do sono... nosso, claro! Porque acontece sempre da mesma forma... minutos largos de abraços e amor aos litros e de seguida, bye bye romantismo, porque nós queremos mesmo é dormir. E afinal de contas não dormir abraçados é essencial para a saude de qualquer relação! Mas ontem, quando ele se deixou dormir com a cabeça encostada no meu ombro, o seu ressonar tipico e a barba por fazer a picar-me o rosto, não tive coragem de acordá-lo, ou reclamar com ele, porque descobri que ter alguém a ressonar-me aos ouvidos também pode ser sinónimo de amor.