terça-feira, 31 de março de 2009


Eu acho que não preciso repetir, vezes sem conta, que não sou obrigada a falar de tudo o que se passa na minha vida.


Não tenho, nem quero dizer, absolutamente, nada. Vamos antes conversar sobre musica, cinema, do sol de Primavera e só isso.


O assunto não se esgotou para mim, entenda-se… Mas esgotou-se para os outros.

segunda-feira, 23 de março de 2009


Ontem, a minha mãe e o Fernando (meu padrasto) passaram a tarde nas compras. O que para mim já não é novidade nenhuma, pois se eles não estão em casa ao domingo, é porque andam nas compras.

Fernando: Tens que levar ice tea de manga para a Ana.

Mãe: Não.

Fernando: Não?

Mãe: Não. Ela já não bebe ice tea de manga. Ela agora bebe vodka de melão.


...


Nem tenho palavras... Foi para isto que tu me criaste, mãe?

quinta-feira, 19 de março de 2009

A coisa que eu mais tenho feito nestas ultimas semanas, para além de estudar, é ouvir esta música.

Tenho até medo que me convidem para ir a uma discoteca este fim de semana, porque a qualquer momento pode baixar uma Beyoncé em mim e depois é verem-me de maiô, a dançar assim como ela.

segunda-feira, 16 de março de 2009


Naquele dia depois da conversa rápida e fria que tivemos, confesso, que fiquei triste. Mas pela primeira vez, por ti.

E não há dia nenhum em que eu não me pergunte a mim mesma, que outra pessoa teria a paciência de ouvir os maiores absurdos que eu ouvi vindos de ti, um homem feito?

Que outra mulher consentiria o que eu aturei durante tanto tempo?

Nunca chegaste a saber que o meu gosto pela culinária se deveu a ti, porque eu queria que sentisses orgulho em mim no dia em que provasses a minha massa deliciosa. Massa essa que nunca irás comer, porque é tanta a comida plastificada, estragada e sem sal, que tu próprio começas a perder o paladar para o que a vida tem de bom.

Talvez tu já não saibas o maravilhoso que é acordar ao lado de alguém ou ficar em casa numa sexta à noite entre pizzas, sorrisos e filmes… não sabes como isso é infinitamente melhor que uma noite ao lado de uma gaja que ficou contigo só para namorar a tua casa e todos os teus luxos.

Nós tínhamos tantas certezas num futuro em conjunto que não há como eu não me rir de tudo o que foi dito e feito. Não há como não me rir do papel de palhaça que eu mesma fiz… enquanto tu te dividias numa vida dupla onde palavras e actos eram precisamente iguais. Originalidade nunca foi o teu forte, mas pelo menos os nomes não trocaste. Mas sim, fiquei desapontada, imensamente desapontada, porque quando estiveste com medo da vida, foi no meu optimismo que encontraste forças. E quando tudo te parecia um circo, era no meu realismo que encontravas um pouco de chão. E quando precisavas de te sentir especial e amado era para mim que ligavas… Quer dizer, para mim e pelos vistos para ela e quem sabe, para mais quantas elas que passaram pela tua vida…

Eu passei um ano da minha vida a escrever sobre o quanto tu eras especial e o quanto eu te amava… mas, (há sempre um "mas") houve um dia em que as luzes se acenderam. E nesse dia eu percebi, finalmente, o quanto tu és tão e tão somente um gajo burro que irá passar a vida a contentar-se com migalhas por causa dessa burrice.


Tadinho.

domingo, 15 de março de 2009

C.o.n.c.l.u.s.õ.e.s.


E eis que numa tarde de domingo, completamente a ressacar da noite anterior me apercebo que quase três anos se passaram desde a minha ultima relação e que não há nada que o tempo não cure, mas que este também pode agir como potencializador. E reparo que as pessoas continuam a agir daquela mesma forma que eu abomino, mas que também eu posso vir a adoptar. E chego à conclusão que as madrugadas de sábado são perigosas, porque é durante esse horário que estou mais vulnerável e sei que muitos dos predadores são os mesmo que me vigiam a vida através deste blogue.
Concluo ainda que os seres humanos são interessantemente imprevisíveis. E fico assustada por ver aquilo que mais ninguém vê, e rio-me quando percebo que o óbvio esteve sempre lá...

segunda-feira, 9 de março de 2009

Desafio.


Posto o desafio da semana passada, eis a verdade:

1. Tenho 3 tatuagens.
Falso. Ainda não.

2. Já cai em palco na altura em que dançava Ballet.
Falso.

3. Tenho 20 anos de diferença da minha irmã.
Falso. Tenho 20 anos de diferença do meu irmão.

4. Já fui ‘convidada a sair’ de um velório por não conseguir suster a gargalhada.
É verdade, infelizmente. Acho que por causa dos nervos desatei a rir à gargalhada e não conseguia parar.

5. Já quase fui detida por 'assediar' um guarda.
É triste, mas é verdade.

6. Estou solteira há 2 anos.
Verdade.

7. Aos 15 fui apanhada pela minha mãe, a meio da noite, a pular a janela do quarto para ir me ir encontrar com o Filipe.
Verdade.

8. Tenho um pavor imenso de alturas.
Verdade.

9. Não consigo estar sem fazer desporto mais de dois dias.
Verdade.

sexta-feira, 6 de março de 2009


Descobri, depois uma semana bastante atribulada, que o que realmente faz uma mulher feliz e plena é uma ida ao cabeleireiro. Revitaliza, acreditem! O meu cabelo está lindo, brilhante e macio.






Sim, eu também posso ser apenas fútil e nem imaginam o quanto isso é libertador! ;)

quarta-feira, 4 de março de 2009

Desafio.


Confesso que não sou muito participativa no que toca a desafios lançados por outros bloguers, mas este tem a sua piada.
O desafio consiste em dizer noves frases a meu respeito, sendo três delas, absolutamente, falsas e as outras verdadeiras. O vosso objectivo será descobrir quais são as afirmações falsas.

1. Tenho 3 tatuagens.

2. Já cai em palco na altura em que dançava Ballet.

3. Tenho 20 anos de diferença da minha irmã.

4. Já fui ‘convidada a sair’ de um velório por não conseguir suster a gargalhada.

5. Já quase fui detida por 'assediar' um guarda.

6. Estou solteira há 2 anos.
7. Aos 15 fui apanhada pela minha mãe, a meio da noite, a pular a janela do quarto para ir me ir encontrar com o Filipe.

8. Tenho um pavor imenso de alturas.

9. Não consigo estar sem fazer desporto mais de dois dias.

domingo, 1 de março de 2009


Ninguém gosta de insegurança.
Nem no que constrói dentro da profissão, nem no que tenta acreditar para a vida pessoal. Mas, para além disso, existe a insegurança de olhares para alguém e não perceberes o que significas para ele e por causa disso, não consegues definir o que ele pode significar para ti...