
Recentemente passei por duas fases: a fase do confusa, a fase do feliz e estou, neste momento a passar pela fase do medo, porque é uma grande dose de VIDA REAL. E ‘vida real’, no verdadeiro sentido da palavra, assusta. Principalmente para quem já nem sabia como era dar as mãos.
As semanas passam e as minhas amigas têm a certeza que eu vou para o hospício mais próximo. O meu melhor amigo já me deserdou e eu começo a achar que nos próximos dias outras pessoas irão fazer o mesmo. O caminho é perigoso, mas eu não tenho medo da bruxa má. Ou melhor, eu até tenho, mas eu sigo em frente mesmo assim. E eu sei que nesse caminho irão surgir vários obstáculos que teremos de enfrentar, mas também sei que quando seguimos o coração no final tudo se explica.
E hoje quando a amiga me perguntou se eu sabia o que estava a fazer, se era ele, o artigo definido, eu fiquei muda, mudei de assunto e gargalhei com a voz desafinada da miuda que cantava no karaoke, porque eu morro de medo de me arriscar a dizer sim novamente.