quarta-feira, 16 de junho de 2010

O pior de um dia mau é quando ele chega e eu tenho muitas coisas para fazer. Não tenho tempo para ficar a chorar de boca aberta enquanto faço desaparecer uma embalagem de lenços de papel!

segunda-feira, 19 de abril de 2010

Sobre a beleza...

Hoje alguém que não me via há imenso tempo disse-me que estou mais bonita...

Não me acho mais bonita, mas acho que o facto de ter uma vida saudavel e estar rodeada de excelentes pessoas se vá reflectir no meu aspecto exterior.

Não me acho mais bonita, estou sim mais feliz!

quarta-feira, 14 de abril de 2010


E mesmo depois de uns dias azedos, onde nada, absolutamente nada correu bem, eu percebi que estou feliz. Sim, muito feliz, porque estou no caminho certo. E se há alguns anos atrás eu costumava dizer que, para mim, a felicidade seria ter um grande amor pra chamar de meu e ficar com ele para sempre, ser mãe, ter uma casa com jardim, poder pagar as minhas contas e viajar nas férias, hoje eu tenho a certeza que não quero muito mais do que isso.






E eu quero isso contigo.

quinta-feira, 11 de março de 2010


Eu só queria que esta minha vontade de perdoar o mundo durasse. Porque hoje eu não odiei a minha vizinha do lado, não odiei o barulho infernal que a minha mãe faz logo pela manhã, não odiei o toque do telefone... hoje eu não odiei nada, nem ninguém. Apenas me lembrei a cada segundo daquela primeira noite em que te desesperaste para me tentares aquecer do frio lá fora e só por isso salvaste o meu dia, a minha semana, o meu mês! E o melhor de tudo é que, desde há quase oito meses, que me permites sentir isso novamente. Todos os dias.

sábado, 6 de março de 2010

Afinal o amor existe mesmo, não se trata de uma criação dos escritores. É bem real e tem nome, sobrenome e um sorriso lindo!








Não desapareci, apenas ando ocupada em ser feliz ;)

sábado, 16 de janeiro de 2010


Ontem no meio da confusão, uma amiga disse-me que eu atraio pessoas desequilibradas e depois do sucedido eu só posso concordar. Porque ninguém merece passar por isto. Eu estava quieta no meu canto a viver a minha vida sem importunar a paz de ninguém.
No meu dia-a-dia tento ser o mais justa possível com os outros e o que é que me resta? Uma cambada de gente maluca cuja diversão preferida é acabar com o meu sossego. Destruírem-me. Sabotarem-me. E ontem a minha paciência chegou ao limite, porque convenhamos que depois de um dia péssimo, só uma noite pior ainda para me fazer explodir. E eu juro-vos que nem sou má pessoa, não sou mesmo! Mas talvez se eu fosse diferente, seria mais feliz. Eu deveria era ser como ela, má como as cobras, tramar as pessoas, mentir, enganá-las. Dispor dos seus sentimentos como se eles fossem objectos de uma sala. Mera decoração. Sem vida, sem alma, sem depois. E que se fodam todos, porque o importante sou eu. E só. Deveria ser assim… sem escrúpulos, sem arrependimentos, sem carácter, porque dessa forma não me teria doído tanto aquele estalo sem mão.

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

Pára tudo!


Que eu não consigo seguir com a minha vida enquanto não tiver umas botas de cano alto acima do joelho. E não quero nem saber que possa parecer uma prostituta da boate!

Recuso-me a viver enquanto não ganhar umas, a sério.