domingo, 31 de maio de 2009



Eu ainda me surpreendo com o poder que tenho para me sabotar.

quinta-feira, 21 de maio de 2009


Cada dia que passa tenho mais certezas de que as pessoas são, única e simplesmente aquilo que elas querem que os outros pensem que elas são. Somos todos personagens à procura de uma brecha de luz neste palco tão concorrido. E apesar do que possa parecer, eu não desprezo a humanidade, só ainda estou a aprender a lidar com pessoas.

terça-feira, 12 de maio de 2009

O tempo escasseia, as horas estreitam, mas eu não posso, jamais, deixar este dia passar em branco e por isso preciso deixar aqui registado que hoje o dia é dela.

Única, inigualável e de carácter admirável. Uma amiga que a vida me presenteou, independentemente da distância física, da presença tão rara ou da ausência consentida. Inicialmente apaixonei-me pelo que escrevia, depois pelo que ela é e por fim, pelo que representa na minha vida.
Encantadora nos mínimos detalhes, ela também sabe lutar por tudo aquilo que lhe pertence de facto e não suporta ver a injustiça imperar. Até porque, para ela, a única força maior que a sua palavra é a própria justiça.




Muitos Parabéns, Marta!

segunda-feira, 27 de abril de 2009

Da série: Eu e o meu lado cascavel.

A melhor forma de terminar com um boato é tornando-o real. Simples.


domingo, 26 de abril de 2009



As olheiras acentuadas denunciam a noite anterior recheada de excessos que terminara quase às oito da manhã. O álcool adormeceu-me os sentidos, a atitude, a razão para dar lugar à irracionalidade de actos desmedidos.

Por dentro continuo uma miúda – no melhor sentido da palavra. Sempre corri pelos desejos, sempre fui impulsiva no que toca a sentimentos, vou com o vento e com ele acarreto todas as adversidades e impossibilidades que as minhas acções me possam causar, mas apesar de tudo, sou livre de culpas. Acredito no presente, no momento e talvez por isso tenha tantos problemas com os planos a longo prazo. E é assim que levo a minha vida instável e diferente do que qualquer mãe sonha para a sua filha única.

Levantei-me a custo e espreitei pela janela do quarto o dia solarento que queimava o cérebro dos que vivem uma vida organizada, regrada e cheias de horários, afazeres e lugares predeterminados.

Depois voltei à cama e nunca mais me levantei… até a noite cair.

quarta-feira, 15 de abril de 2009