domingo, 16 de novembro de 2008

Quinze do onze de dois mil e seis.

Despidos.
Abraçados.
Quentes.
Dois corpos deitados lado a lado. Ela observava-lhe o rosto com toques precisos através dos dedos e ele, sem que ela adivinhasse, sustinha a respiração enquanto contava, mentalmente, os segundos que anteviam o grande momento. Depois, na hora certa, soltou as amarras dos lábios e num beijo sussurrou: 'Parabéns amor!'

Era a mulher mais feliz do mundo naquele momento.

4 comentários:

Joana disse...

foi um bom aniversário entao ne?!

bjinho*

Ana. disse...

Sim, há dois anos atrás tive um óptimo aniversário.

=)

João disse...

desculpa a curiosidade, mas conheço-te?

já agora, bom blog, tenho pena de não o ter visto antes.

beijos

João disse...

ahh, que bom... conheceres arraiolosjá é optimo. que arraiolenses conheces?